A coloração conta histórias de identidade e coragem, com segurança, tecnologia e uma campanha que celebra transformações reais.
A cor do cabelo sempre teve um significado que ultrapassa o que se vê no espelho. É uma maneira de expor quem somos, de marcar fases e de assumir novas versões de nós mesmos. Há quem mude por impulso, quem faça disso um ritual e quem encontre na transformação um lembrete de força.
Mas, ao longo da história, tingir os fios também virou uma forma de comunicação. As escolhas de cor revelam emoções, desejos e momentos. É essa liberdade de expressão que move a Beautycolor. Porque quando alguém escolhe uma cor, está escolhendo sentir, viver e se reconhecer de outro jeito.
Colorir o cabelo é um gesto antigo — e, desde sempre, cheio de significado. No Egito Antigo, pigmentos naturais como henna, índigo e açafrão eram usados para marcar status, participar de rituais e disfarçar fios brancos. Entre gregos e romanos, as fórmulas já misturavam extratos vegetais e minerais, e os tons revelavam posição social. Séculos depois, as cores começaram a carregar intenções mais pessoais.
Nos anos 1920 e 1930, tons loiros ganharam fama com o cinema e com atrizes como Jean Harlow, imortalizando o visual “platinum blonde”. Nas décadas seguintes, o cabelo colorido passou a exibir o comportamento de cada geração: o vermelho rebelde dos anos 1960, os loiros solares dos 1980, as mechas sutis do balayage nos anos 1990.
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Época / Década |
Tendência ou cor marcante |
Significado ou contexto cultural |
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Antiguidade (Egito, Grécia e Roma) |
Henna, índigo, açafrão, pigmentos vegetais |
Usadas em rituais, distinção social e disfarce de fios brancos |
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Idade Média (500–1500) |
Vermelho natural |
Considerado raro e místico; símbolo de poder com a ascensão de Elizabeth I |
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Século XIX (1800s) |
Castanhos escuros e pretos intensos |
Tons naturais associados à sobriedade e status |
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Anos 1930–1950 |
Loiros platinados e dourados |
Ícones de Hollywood popularizam o “blonde bombshell” |
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Anos 1960–1970 |
Ruivos vibrantes, loiros com reflexos e cabelos coloridos por rebeldia |
Representação de juventude, contracultura e liberdade individual |
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Anos 1980 |
Mechas marcadas, loiros claros e reflexos metálicos |
Era do exagero e da autoexpressão; surgem colorações caseiras e celebridades em campanhas |
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Anos 1990–2000 |
Balayage, luzes e reflexos sutis |
Naturalidade em alta, com tons “beijados pelo sol” |
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Anos 2010 |
Cores fantasia: rosa, azul, lilás |
Autoexpressão e influência das redes sociais; coloração como arte pessoal |
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Anos 2020–presente |
“Expensive brunette”, “cowgirl copper”, loiros frios e tons caramelo |
Releitura sofisticada de cores clássicas; equilíbrio entre naturalidade e personalidade |
Hoje, a cor virou identidade, ou seja, não existe mais regra ou padrão — o que vale é o significado que ela tem para quem usa. Dos castanhos intensos aos loiros platinados, dos ruivos vibrantes aos pretos profundos, a escolha conta uma história de autenticidade.
E é nessa liberdade que a Beautycolor se reconhece: nas cores reais, nas pessoas reais, em cada transformação que nasce de dentro pra fora.
Há momentos em que mudar o cabelo é um impulso, entretanto também há aqueles em que o gesto vem de dentro — um recomeço, uma vontade de se ver diferente, de recuperar algo que parecia esquecido. Nesses momentos, a cor faz parte da linguagem emocional: fases, curas e conquistas silenciosas.
É por isso que escolher uma nova coloração é um ato de coragem e cuidado consigo mesma. O ritual de preparar o cabelo, aplicar a coloração e enxergar o resultado é quase meditativo. Não para esconder imperfeições, mas para celebrar o que somos hoje. Com essa mentalidade, cuidar dos fios passa a ser parte do autocuidado: hidratar, nutrir, preservar o brilho é também cuidar de si.
A Beautycolor acredita que cada transformação é algo muito íntimo de cada um, pois a cor certa tem o poder de resgatar a confiança e lembrar que beleza e autoestima caminham juntas — em tons que representam não somente a aparência, mas o estado de espírito de quem os escolhe.
Transformar o visual é um processo que envolve emoção e cuidado. Por isso, segurança é o primeiro passo de toda coloração. Antes de aplicar qualquer produto, é preciso realizar o teste de mecha, e respeitar o tempo de pausa indicado. Pequenos gestos que fazem toda diferença no resultado e na saúde dos fios.
As colorações são desenvolvidas com tecnologia de tratamento, que atua durante todo o processo de pigmentação. O blend de óleos nutritivos, aminoácidos e antioxidantes naturais protege a fibra capilar, mantém a hidratação e garante brilho intenso. Além disso, todas as linhas são liberadas para as técnicas Low e No Poo, atendendo diferentes tipos e curvaturas de cabelo.
Na hora de escolher o tom, pense no que ele representa para você. Tons quentes, como acobreados e dourados, expressam energia e ousadia. Os frios, como cinzas e perolados, transmitem elegância e calma. Já os neutros revelam naturalidade e equilíbrio. O importante é que a cor combine com o que você quer viver neste momento.
Para quem está começando, o melhor é optar por uma nuance próxima à cor natural dos fios. Até dois tons acima ou abaixo. Assim, você entende como o cabelo reage à coloração e ganha mais confiança para explorar novas possibilidades.
Cabelos bem cuidados recebem melhor o pigmento e mantêm a cor por mais tempo. Hidrate alguns dias antes da aplicação, evite finalizadores oleosos e certifique-se de que o couro cabeludo esteja limpo e saudável.
Esse passo é indispensável. O teste de mecha revela a compatibilidade da coloração com os fios e antecipa o resultado da cor. Aplique a mistura em uma mecha discreta, siga o tempo indicado na bula e observe a reação. Assim, você tem mais segurança e previsibilidade na transformação.
Durante a aplicação, divida o cabelo em mechas, comece pela raiz e respeite o tempo de pausa indicado. Após o enxágue, finalize com a máscara de hidratação e o sérum de brilho do kit Beautycolor. Eles selam as cutículas e intensificam o brilho.
O cuidado continua depois da transformação. Na pós-coloração, para preservar o pigmento e a maciez dos fios, evite calor excessivo e proteja o cabelo da exposição solar. A cor dura mais quando o cuidado vira rotina.
A trajetória da cor ao longo dos anos sempre esteve ligada a gestos de afirmação, reinvenção e desejo de mostrar ao mundo quem somos. Hoje, essa simbologia continua pulsando toda vez que alguém decide atualizar o próprio visual. Porque o que inicia como vontade de mudar se transforma em linguagem emocional e passa a manifestar sentimentos, conquistas e fases que nem sempre cabem em palavras.
Colorir os fios é um rito íntimo que renova a relação com o espelho e reacende a confiança. A escolha de um tom conversa com histórias pessoais, memórias e expectativas sobre o futuro. Por isso, a transformação que acontece no cabelo também acontece por dentro, porque a cor traduz intenções profundas e dá forma ao que a pessoa sente no instante em que decide mudar.
No fim, a pergunta que permanece é simples e poderosa: o que esta cor representa em você agora? E de que modo ela ilumina a versão que você escolheu viver?
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A campanha Cores Reais Beautycolor é um movimento que celebra a diversidade em todas as suas formas. É um convite para que TODA pessoa compartilhe a própria transformação e mostre o que a cor representa em sua história Usando a hashtag #CoresReaisBeautycolor, consumidores podem enviar fotos e vídeos de antes e depois, participar dos conteúdos nas redes sociais e inspirar outras pessoas a viverem o mesmo processo de expressão e autoconfiança. Participar é simples: basta realizar uma transformação com a linha Cores Reais Beautycolor, registrar o resultado e publicar com a hashtag da campanha. As histórias mais inspiradoras podem aparecer nos canais oficiais da marca, mostrando que cada cor carrega um sentimento, uma fase e uma identidade. |
Mostre a sua versão no movimento #CoresReaisBeautycolor e inspire outras pessoas a enxergarem beleza na própria mudança. Porque toda transformação, quando é verdadeira, se torna contagiante.